No dia 25 de Outubro de 2013, nós, alunos
do 1º ano do Colégio Dom Barreto, tivemos a oportunidade de assistir à peça de
teatro Auto da barca do inferno, encenada pelo Grupo Ria , na cidade de São
Paulo.
A famosa peça Auto da Barca do Inferno, publicada em 1517, durante a Idade Média, é uma obra do dramaturgo português Gil Vicente, considerado pai do teatro português, já que não há registros de outras obras antes das dele. A peça foi encenada pela primeira vez para o rei D. Manoel I e para sua irmã D. Leonor, e encantou toda a realeza na época. Tinha de início caráter religioso, depois se tornou popular, para distração do povo.
A obra se baseia na alegoria do juízo final católico, tem caráter satírico e critica moralmente várias instituições da sociedade da época. Na história, existem duas embarcações, cada qual com o seu comandante. Uma das embarcações vai para o paraíso e é comandada por um anjo, a outra embarcação vai para o inferno e é comandada pelo diabo.
Os dois comandantes aguardam os mortos para o seu juízo final, que chegam buscando a vida eterna. No julgamento de seus atos em vida, somente o anjo pode absolvê-los e encaminhá-los para a barca que deverão seguir.
A obra expressa o Humanismo gótico, uma religiosidade alegórica em teatro poético com versos, metáforas, rimas e agudezas. Os personagens representam o povo, o clero e a nobreza. Cada personagem recebe uma condenação, baseado em palavras e atos. A peça se caracteriza como um auto, designação genérica para peças cuja finalidade é tanto divertir quanto instruir; seus temas, podendo ser religiosos ou profanos, sérios ou cômicos, devem, no entanto, guardar um profundo sentido moralizador.
Gil Vicente era o dramaturgo preferido dos reis, viveu maior parte de sua vida em Lisboa, era ourives e poeta e suas obras não seguiram um padrão fixo.
A peça é um dos assuntos mais populares em vários vestibulares e o Grupo Ria faz com objetivo de conscientizar os jovens da tamanha importância dessa obra atualmente. O mais interessante da peça é a interação das personagens com o público. Assim, o espetáculo prende a atenção do espectador, o que facilita o entendimento da trama. Outra característica que ajuda o espectador a compreender a peça é uso de linguagem coloquial, com a presença de gírias, ditados populares, trocadilhos, porém sem deixar de apresentar todas as personagens da obra, cada um com suas características específicas retratadas na obra de Gil Vicente.
A famosa peça Auto da Barca do Inferno, publicada em 1517, durante a Idade Média, é uma obra do dramaturgo português Gil Vicente, considerado pai do teatro português, já que não há registros de outras obras antes das dele. A peça foi encenada pela primeira vez para o rei D. Manoel I e para sua irmã D. Leonor, e encantou toda a realeza na época. Tinha de início caráter religioso, depois se tornou popular, para distração do povo.
A obra se baseia na alegoria do juízo final católico, tem caráter satírico e critica moralmente várias instituições da sociedade da época. Na história, existem duas embarcações, cada qual com o seu comandante. Uma das embarcações vai para o paraíso e é comandada por um anjo, a outra embarcação vai para o inferno e é comandada pelo diabo.
Os dois comandantes aguardam os mortos para o seu juízo final, que chegam buscando a vida eterna. No julgamento de seus atos em vida, somente o anjo pode absolvê-los e encaminhá-los para a barca que deverão seguir.
A obra expressa o Humanismo gótico, uma religiosidade alegórica em teatro poético com versos, metáforas, rimas e agudezas. Os personagens representam o povo, o clero e a nobreza. Cada personagem recebe uma condenação, baseado em palavras e atos. A peça se caracteriza como um auto, designação genérica para peças cuja finalidade é tanto divertir quanto instruir; seus temas, podendo ser religiosos ou profanos, sérios ou cômicos, devem, no entanto, guardar um profundo sentido moralizador.
Gil Vicente era o dramaturgo preferido dos reis, viveu maior parte de sua vida em Lisboa, era ourives e poeta e suas obras não seguiram um padrão fixo.
A peça é um dos assuntos mais populares em vários vestibulares e o Grupo Ria faz com objetivo de conscientizar os jovens da tamanha importância dessa obra atualmente. O mais interessante da peça é a interação das personagens com o público. Assim, o espetáculo prende a atenção do espectador, o que facilita o entendimento da trama. Outra característica que ajuda o espectador a compreender a peça é uso de linguagem coloquial, com a presença de gírias, ditados populares, trocadilhos, porém sem deixar de apresentar todas as personagens da obra, cada um com suas características específicas retratadas na obra de Gil Vicente.
Grupo: Giovanni ,Beatriz Zonta , Maria Augusta, Maria Fernanda e Rafaela Villalba
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