Na manhã do
dia 25 de Outubro de 2013, o primeiro ano do Colégio Dom Barreto teve o prazer
de presenciar a dramatização da famosa peça “Auto da Barca do Inferno”,
encenada pelo Teatro Ria em São Paulo e dirigida por José Paulo Rosa. A peça é
uma obra do fim da Idade Média, produzida por um dos melhores escritores de
Portugal na época, o literato e dramaturgo Gil Vincente.
A peça
apresenta duas barcas: uma destinada ao inferno e dirigida pelo Diabo com seu
companheiro e outra com rumo ao céu, dirigida pelo Anjo. O Diabo acredita poder
levar todas as personagems (Fidalgo, Onzeneiro, Parvo, Sapateiro, Frade,
Florença, Alcoviteira, Judeu, Corregedor, Procurador, Enforcado e os quarto
cavaleiros) na sua barca para o inferno e elas obviamente hesitam de ir, por terem
tido vidas caóticas e cheias de pecados. De todos os que entram em cena, apenas
o Parvo e os quarto cavaleiros são designados à barca do céu: o Parvo por não
ter nenhuma maldade no seu coração e os cavaleiros por terem participado das
Cruzadas e morrido em nome de Deus. O Judeu é o único personagem da peça que
não é aceito em barca nenhuma, pois ele não aderiu ao Catolicismo.
Enquanto o
original de Gil Vicente se caracteriza por apresentar uma crítica à sociedade
da época, usufruindo da comicidade, a encenação do grupo fica dependente do
elemento do humor para conseguir uma interação com o público, embora isso não
prejudique tanto a peça, pois ela capta a atenção de uma faixa etária mais
jovem, que normalmente não se interessaria por isso, ao trazer à peça elementos
contemporâneo.
Bruno Coelho, Klaus Leão, Matheus Libório, Ana Carolina e Flávia Grivol - 1º B
Bruno Coelho, Klaus Leão, Matheus Libório, Ana Carolina e Flávia Grivol - 1º B
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